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Resistência ao esforço vertical — deformação diagonal

Fonte: ABNT NBR 10821-3:2017, Anexo F (normativo), páginas 35–36, figura F.1.
Tipologias: esquadrias de giro e pivotantes.

Objetivo

Avaliar a resistência ao esforço vertical aplicado no plano da folha, com a folha aberta a aproximadamente 90° em relação ao marco e um ponto próximo ao eixo de rotação imobilizado.

Trecho normativo (F.5.2, p. 36): “uma força de 500 N, progressivamente, de 50 N em 50 N”.

Equipamentos e parâmetros

Elemento Parâmetro
Força máxima aplicada 500 N
Incrementos de força 50 N
Medição de deformação Exatidão de ± 0,1 mm
Tempo sob carga 3 minutos
Medição residual Após retirada da carga e mais 3 minutos
Ciclos funcionais 5 antes e 5 após a aplicação da carga
Representação Figura F.1, página 36

Como executar

  1. Montar a esquadria em suporte rígido e executar cinco ciclos de abertura/fechamento (F.4.1–F.4.2).
  2. Abrir a folha a 90° e imobilizar o vértice superior mais afastado do eixo de rotação, permitindo apenas o giro (F.4.4).
  3. Instalar o medidor no canto inferior mais distante do eixo de rotação (F.4.5).
  4. Realizar a leitura inicial (F.5.1).
  5. Aplicar progressivamente a força vertical na posição equivalente à maçaneta, distante do eixo de rotação, até 500 N (F.5.2).
  6. Manter a força por 3 minutos, registrar a deformação; descarregar, aguardar mais 3 minutos e registrar a deformação residual (F.5.3–F.5.4).
  7. Executar mais cinco ciclos completos e verificar o funcionamento (F.5.5).

Registro e avaliação

A seção F.6 (p. 36) prevê o registro das deformações máximas e residuais e de eventuais falhas observadas no funcionamento.

Não há nesta ficha uma fórmula adicional de cálculo: o método descrito se baseia nas leituras de deformação e na avaliação conforme requisitos aplicáveis.

Critério de aceitação

Conferir os requisitos da NBR 10821-2 e o método integral antes de concluir a conformidade de uma esquadria.